Presidente, presidenta, competente ou competenta?

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A muitos agrada o papel de “Poliana” no cotidiano. Ele é, sob certo aspecto, confortável. Confesso que não me cabe. Quando tento desempenhá-lo a representação é, no mínimo, a de uma “canastrona” (substantivo feminino cujo masculino é canastrão).

Mas, pelo menos hoje, vamos lá: a fala da Ministra do Supremo pode nos trazer algum alento. Talvez mostre uma das facetas de sua personalidade no que toca ao rigor, apego e paixão também pela lei. Já imaginaram se ela tiver esse rigor todo em relação à constituição e ao papel que passa a desempenhar?

Vamos ficar na torcida para que a manifestação (efetivamente infeliz) da Ministra tenha espectro maior do que a mera falta de sensibilidade/refinamento (e eu diria também de educação) e envolva desmedida paixão pelo rigor da lei (e principalmente pelo seu cumprimento).

Sim, porque nós, pobres desvalidos do douto saber linguístico e jurídico, não podemos acreditar que o episódio tenha servido apenas para expor a mesquinharia e falta de estatura de mais um Ministro de Estado deslumbrado com o poder.