Crise econômica é mais slogan de campanha do que fato, aponta economista

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A falta de consistência e rigor empírico parecem dominar a agenda econômica da oposição, partidária ou não, sob o peso quase marcial de uma aparente competência técnica e “impecável” eficiência gerencial. O que é no mínimo curioso, pois quando pela última vez no poder essa mesma “competência”, embalada pela empáfia tradicional das elites periféricas, e temperada com altas doses de cálculo eleitoreiro, nos brindou com uma crise cambial na qual perdemos a bagatela de US$ 35 bilhões em reservas cambiais, entre setembro de 1998 e janeiro de 1999. No mesmo ano de 1999, a inflação chegou a cerca de 9%. Isso sem falar da deterioração dos serviços públicos, preços exorbitantes dos serviços privatizados, o infausto apagão de 2001, entre tantos outros problemas.